segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Cerveja I: sua história.

Entre nós fala-se muito do vinho e menos da cerveja, como se esta fosse uma bebida moderna e sem relevância histórica, mas pelo contrário a cerveja é uma bebida muito antiga: há mais de 7.000 anos era já produzida no Médio Oriente - por Sumérios, Egípcios e Persas – e na China. Há quem sugira, que uma das mais fortes razões para a sedentarização dos povos pré-históricos, foi o cultivo de cereais com o intuito de fabricar cerveja.
Nunca se deixou de fabricar e de consumir cerveja até hoje, passando pelos vários períodos e povos, como os Celtas, os Gregos, os Romanos e durante a Idade Média, em todos os continentes, incluindo as Américas.
Ao mítico rei flamengo Gambrinus é atribuída a invenção da cerveja (o rei Gambrinus também dá o nome a um dos melhores restaurantes lisboetas).
No século dezanove, com a pasteurização (a partir de 1857, com Pasteur, possibilitando a destruição de indesejáveis microorganismos) e com a mecanização do processo produtivo, dá-se um grande desenvolvimento da indústria cervejeira.
Hoje o mercado das cervejas, maior que o dos vinhos, possibilita um negócio globalizado, e é composto por grandes marcas de grandes empresas multinacionais, e inclui também milhares de pequenos produtores locais.
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As figuras acima são de duas cervejas alemãs que francamente recomendo: a Hofbrau de Munique e a Beck's pilsener de Bremen. Sou um admirador assumido das cervejas alemãs.
Depois de umas boas cervejolas, para auxiliar a digestão, tome um digestivo tipicamente alemão, a Underberg.
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No próximo artigo vou falar de cervejas portuguesas: aqui na Santa Terrinha também temos os nossos trunfos.

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